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10 questões que todos deveriam trabalhar

Durante nossa vida, incluindo gestação e até mesmo o período pré concepção, passamos por muitos momentos desafiadores.

Tais momentos geraram traumas que, mesmo que não tenhamos memórias dos acontecimentos, influenciam em nossas vidas no presente.

Leonard Orr e Fanny Van Laere enumeraram 10 grandes traumas a serem trabalhados para que nos conectemos novamente com a nossa natureza divina:

  1. MENTIRA PESSOAL: é a raiz da nossa principal crença limitante sobre nós mesmos ou sobre o Universo. Um pensamento e um sentimento tão doloroso que reprimimos nossa respiração para amenizá-lo. 
  2. REPRESSÃO DO FEMININO: é temer nosso lado sensível, suave e vulnerável. Mulheres se subestimam e homens têm dificuldade de expressar emoções. A força e competitividade exerce opressão à vulnerabilidade, sendo que esta abre portas para sermos mais humanos, compreensivos e cooperativos.

                                                                               Falando em VULNERABILIDADE, dica de filme: 

                                                                              "Brené Brown: The Call of Courage" - NETFLIX

                                                                              "Brené Brown: O poder da vulnerabilidade" - YOUTUBE

   

       3. VIDAS PASSADAS: somos uma alma em evolução que habita um corpo carnal.             Carregamos conosco facilidades, pesos e lições a aprender. Estamos em uma jornada de             ascensão da nossa essência. É preciso aprender com os erros e perdoar a nós mesmos,                 desenvolvendo humildade, amor-próprio, e deixando de lado o apego.

       4. TRAUMA DE NASCIMENTO e MEMÓRIAS DE INFÂNCIA: todos os danos físicos, mentais             e emocionais desde o período de pré-concepção, concepção, gestação, parto e             primeiríssima infância. Em especial, nossa primeira respiração ao nascer cristaliza nossa             primeira experiência própria no mundo físico. Tal experiência diz muito sobre o que             pensamos sobre nós mesmos e sobre o mundo.

       5. DESAPROVAÇÃO PARENTAL: desaprovação, crítica negativa, falta de orientação e apoio             adequados. Apesar dos pais amarem seus filhos, nem sempre conseguem expressar esse             amor da forma que o filho espera. A criança desenvolve mecanismo de chamar atenção             e internaliza essa desaprovação em seu diálogo interno. É preciso perdoar os pais e/ou             figuras de autoridade, e ao mesmo tempo buscar amor e aprovação dentro de si mesmo.

        6. ÂNSIA SUBCONSCIENTE DE MORTE: emoções e pensamentos destrutivos herdados de             nossa família, sociedade e/ou cultura. Precisamos fortalecer a ânsia de vida e eliminar             padrões familiares de acidentes, depressões ou doenças.

        7. TRAUMA ESCOLAR: a escola generaliza e padroniza. A criança não é respeitada como                   indivíduo com seu próprio tempo e singularidades. A grande maioria das escolas foca             apenas no desenvolvimento intelectual, deixando de lado o desenvolvimento emocional e             espiritual. Os alunos são mais cobrados em disciplinas impostas do que incentivados a             desenvolver seus dons naturais. Precisamos promover a criatividade e liberdade de             expressão. Mais cooperação e menos competição.

         8. TRAUMA RELIGIOSO: a verdadeira espiritualidade é baseada na conexão com a Fonte               da Vida e com nossa natureza divina. O trauma religioso resulta de falsas idéias e de               dogmas a respeito de Deus. Muitas pessoas carregam o sentimento de culpa ou de não               merecimento. É preciso rever o conceito de "Deus julgador" e ampliar a precepção para a               Divindade onipresente.

         9. SENILIDADE: é o processo patológico de envelhecimento. Em geral, quando a pessoa se              torna senil, ela acredita que está no estágio final, mas é apenas mais uma fase. Muitos              idosos "voltam a ser crianças" nessa fase da vida. Uma explicação para esse fenômeno é              que os traumas reprimidos da infância emergem para serem curados. Esta é uma grande              oportunidade de autocura ao invés de se entregar à morte.

        10. SÍNDROME DO SALVADOR: quando a criança se sente responsável pela felicidade de               sua mãe, pai ou irmãos. Na fase adulta a pessoa precisa "salvar" os outros para se sentir               bem. A verdadeira ajuda é oferecida, nunca imposta. E caso receba uma negativa,                           receber sem se ofender. 



    Fonte: Manual para Profissionais de Renascimento, 2014.

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